Maio na ESNC: do Simples Nacional ao Especialista em Reforma — as formações que abrem no próximo mês

Cursos de Reforma Tributária da ESNC sobre Simples Nacional, IBS, CBS e regime híbrido

Abril termina com uma mensagem clara para o profissional contábil e tributário: a Reforma Tributária deixou de ser um tema distante, conceitual ou restrito às discussões legislativas. Ela já entrou na fase de preparação prática.

A partir de 2026, o mercado começa a lidar com obrigações acessórias, documentos fiscais eletrônicos com destaque de IBS e CBS, revisão de sistemas, análise de contratos, formação de preços, simulações tributárias e novas decisões estratégicas para empresas de todos os portes. A própria Receita Federal já disponibilizou uma página com orientações sobre a Reforma Tributária em 2026, tratando da emissão de documentos fiscais eletrônicos com destaque individualizado da CBS e do IBS.

Por isso, maio não deve ser tratado apenas como mais um mês no calendário. Para muitos profissionais, ele pode ser o início de uma virada técnica: sair da leitura geral da Reforma e começar a organizar, na prática, a agenda de capacitação para o 2º trimestre.

Na Escola Superior de Negócios Contábeis, duas formações abrem essa agenda de maio com foco direto em temas centrais da transição tributária:

Simples Nacional: Regime Único x Regime Híbrido com IBS/CBS — 1ª aula em 13/05 · Investimento: R$ 486

Especialista em Reforma Tributária: IBS, CBS, Documentos Fiscais Eletrônicos e Apuração Assistida — 1ª aula em 14/05 · Early Bird: R$ 2.450

São dois níveis diferentes de preparação. O primeiro é mais direcionado ao impacto da Reforma nas empresas do Simples Nacional. O segundo é uma formação mais ampla, voltada ao profissional que deseja dominar a Reforma Tributária de forma estruturada, com visão técnica, fiscal, contábil e operacional.

Por que planejar sua capacitação para o 2º trimestre?

A Reforma Tributária não se resume à troca de nomes de tributos. A mudança envolve uma nova lógica de A Reforma Tributária não se resume à troca de nomes de tributos. A mudança envolve uma nova lógica de apuração, creditamento, emissão fiscal, formação de preços e relacionamento entre empresas compradoras e fornecedoras.

Segundo a página oficial da Receita Federal sobre a Reforma do Consumo, a mudança busca simplificar a tributação sobre bens e serviços, substituindo tributos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS por um novo modelo baseado principalmente na CBS e no IBS. Para entender a estrutura geral da mudança, vale consultar também o conteúdo oficial da Receita sobre o que é a Reforma Tributária do consumo.

Na prática, isso significa que o contador precisará orientar seus clientes sobre temas como:

  • Como emitir documentos fiscais com os novos campos de IBS e CBS;
  • Como interpretar os efeitos do regime regular e do regime simplificado;
  • Como avaliar créditos tributários na cadeia;
  • Como recalcular preços e margens;
  • Como adaptar contratos comerciais;
  • Como preparar empresas para a convivência entre tributos antigos e novos;
  • Como transformar conhecimento técnico em consultoria tributária de maior valor.

O problema é que esses temas não podem ser estudados apenas quando a obrigação já estiver vencendo. A transição exige preparação anterior, principalmente porque envolve decisões que afetam sistemas, processos, caixa, precificação e competitividade.

Simples Nacional: o regime não acabou, mas ficou mais estratégico

Uma das principais dúvidas do mercado é: o Simples Nacional vai continuar existindo com a Reforma Tributária?

A resposta é sim. O Simples Nacional foi preservado. Mas o funcionamento do regime passará a exigir uma análise mais técnica, principalmente pela possibilidade de convivência entre o regime unificado e o chamado regime híbrido.

O próprio Portal do Simples Nacional continua sendo a principal referência oficial para informações relacionadas ao regime. Porém, com a Reforma, o contador precisará ir além da consulta operacional: será necessário compreender como as novas regras de IBS e CBS podem afetar empresas optantes pelo Simples.

Em abril de 2026, a Receita Federal informou que o Comitê Gestor do Simples Nacional definiu prazos específicos para a opção pelo Simples Nacional e pelo regime regular de IBS e CBS para 2027. Segundo a notícia oficial, a opção pelo Simples Nacional para 2027 deverá ser formalizada entre 1º e 30 de setembro de 2026, com efeitos a partir de 1º de janeiro de 2027. A comunicação completa pode ser conferida no conteúdo da Receita sobre os prazos de opção pelo Simples Nacional e pelo regime regular do IBS e da CBS.

Essa antecipação de prazo muda a forma como escritórios contábeis precisam se organizar. O contador não poderá deixar a análise para janeiro de 2027. Será necessário estudar a carteira de clientes antes, simular cenários e entender quais empresas tendem a permanecer melhor no regime unificado e quais podem precisar avaliar o regime regular para IBS e CBS.

O dilema do Simples: permanecer no regime único ou avaliar o híbrido?

O curso Simples Nacional: Regime Único x Regime Híbrido com IBS/CBS foi criado justamente para responder a esse novo dilema.

Durante muitos anos, a escolha pelo Simples Nacional foi vista como sinônimo de simplificação. O empresário queria pagar tudo em uma guia, reduzir complexidade e ter previsibilidade. Mas a Reforma Tributária cria uma nova pergunta: essa simplicidade continuará sendo a melhor opção em todos os casos?

A resposta tende a variar conforme o perfil da empresa.

Empresas que vendem diretamente ao consumidor final, com pouca pressão por geração de créditos para compradores, podem continuar encontrando vantagem no regime unificado. Já empresas do Simples que vendem para grandes companhias, especialmente clientes do Lucro Real ou do Lucro Presumido, podem enfrentar uma nova discussão comercial: quanto crédito tributário elas conseguem transferir para seus clientes?

Nesse cenário, o regime híbrido pode se tornar uma decisão estratégica. Mas ele também traz mais complexidade. E é exatamente por isso que a análise não pode ser feita de forma genérica.

O profissional precisa entender:

  • Como funciona o regime único;
  • Como funciona o regime híbrido;
  • Quando a geração de créditos pode pesar na decisão;
  • Como simular impactos por setor;
  • Como orientar empresas B2B, B2C e modelos mistos;
  • Como evitar decisões baseadas apenas na alíquota aparente;
  • Como transformar essa análise em serviço consultivo.

A nova turma começa em 13/05 e pode ser especialmente importante para contadores que atendem empresas optantes pelo Simples Nacional, escritórios contábeis com grande carteira de micro e pequenas empresas, consultores tributários e profissionais que querem se antecipar às decisões de 2026 e 2027.

Especialista em Reforma Tributária: quando a atualização precisa virar domínio técnico

Se o curso de Simples Nacional responde a uma dor específica da carteira de micro e pequenas empresas, a formação Especialista em Reforma Tributária: IBS, CBS, Documentos Fiscais Eletrônicos e Apuração Assistida atende a uma necessidade mais ampla: formar profissionais capazes de compreender a Reforma de ponta a ponta.

Essa formação é indicada para quem não quer apenas entender “o que muda”, mas dominar como aplicar a nova estrutura tributária na rotina fiscal, contábil e empresarial.

A Reforma envolve diferentes frentes técnicas:

  • Fundamentos do IBS, da CBS e do Imposto Seletivo;
  • Transição entre o sistema atual e o novo modelo;
  • Documentos fiscais eletrônicos;
  • Apuração assistida;
  • Créditos e débitos;
  • Split payment;
  • Formação de preços;
  • Impactos contábeis;
  • Simulações de cenários;
  • Revisão de processos e sistemas;
  • Orientação estratégica para empresas.

A Lei Complementar nº 214/2025 instituiu o IBS, a CBS e o Imposto Seletivo, além de criar o Comitê Gestor do IBS e alterar pontos relevantes da legislação tributária. A partir dela, a preparação profissional deixa de ser apenas uma vantagem competitiva e passa a ser uma necessidade prática.

Além disso, o Ministério da Fazenda mantém uma área específica sobre a Reforma Tributária, reunindo conteúdos institucionais sobre a construção e implementação do novo sistema. Para o profissional contábil, acompanhar essas fontes oficiais é importante, mas não suficiente: é preciso traduzir a legislação e as orientações em procedimentos, decisões e planos de ação para empresas reais.

A formação de Especialista é especialmente relevante para profissionais que desejam atuar com maior profundidade em consultoria tributária, coordenação fiscal, planejamento empresarial, revisão de processos, adequação de sistemas e orientação de clientes durante a transição.

A nova turma começa em 14/05, com condição Early Bird de R$ 2.450.

Como escolher entre as duas formações?

As duas formações se complementam, mas atendem momentos e objetivos diferentes.

Se você atende muitas empresas do Simples Nacional, precisa orientar clientes sobre regime único, regime híbrido, geração de créditos, competitividade comercial e decisões futuras de enquadramento, o curso de Simples Nacional é uma escolha direta e objetiva.

Se você quer uma visão mais ampla da Reforma Tributária, com domínio sobre IBS, CBS, documentos fiscais eletrônicos, apuração assistida, contabilização, formação de preços e impactos operacionais, a formação de Especialista é o caminho mais completo.

Em muitos casos, o profissional pode se beneficiar dos dois movimentos: primeiro, aprofundar um tema urgente da carteira — como o Simples Nacional — e, em paralelo, construir uma formação mais robusta para atuar como referência em Reforma Tributária.

O que o contador deve colocar no radar em maio?

O mês de maio pode ser usado como ponto de partida para organizar a agenda técnica do 2º trimestre. Algumas frentes merecem atenção imediata.

1. Mapear a carteira de clientes

Antes de qualquer decisão, o contador precisa entender a composição da carteira. Quantos clientes estão no Simples Nacional? Quantos vendem para pessoa física? Quantos vendem para empresas do Lucro Real ou Presumido? Quantos dependem de contratos B2B? Quantos possuem margens apertadas?

Essa análise será essencial para orientar decisões sobre regime único, regime híbrido e possíveis impactos comerciais.

2. Revisar emissão fiscal e sistemas

A Reforma exige adaptação nos documentos fiscais eletrônicos. Desde 2026, a Receita já trata o destaque de CBS e IBS nos documentos fiscais como parte da preparação para o novo modelo.

Isso significa que o contador precisará conversar com clientes, ERPs, emissores de nota, áreas fiscais e fornecedores de tecnologia.

3. Recalcular preços e margens

A mudança de tributos “por dentro” para uma lógica de IVA mais transparente afeta a formação de preços. Empresas que continuarem usando mark-ups antigos podem perder margem, competitividade ou clareza na negociação.

Esse tema se conecta diretamente à Reforma, ao split payment, à apropriação de créditos e à revisão de contratos comerciais.

4. Transformar atualização técnica em consultoria

O profissional que se preparar antes terá mais condições de transformar a Reforma em oportunidade de posicionamento. Não se trata apenas de cumprir obrigação. Trata-se de orientar empresários em decisões que afetam caixa, preço, contrato, margem e competitividade.

A Reforma Tributária deve ampliar a demanda por contadores consultivos, capazes de interpretar cenários e não apenas transmitir obrigações.

Faltam poucos dias para as novas turmas

Considerando a publicação deste artigo em 30/04, a agenda é curta:

  • 13 dias até a turma de Simples Nacional, com início em 13/05;
  • 14 dias até a formação de Especialista em Reforma Tributária, com início em 14/05.

Essa janela é ideal para organizar a agenda, revisar prioridades e decidir qual capacitação faz mais sentido para o seu momento profissional.

Garanta sua vaga nas formações de maio

A Escola Superior preparou duas formações estratégicas para quem quer entrar no 2º trimestre com mais segurança técnica diante da Reforma Tributária.

Para aprofundar os impactos da Reforma nas empresas do Simples Nacional, acesse:

Conheça o curso Simples Nacional: Regime Único x Regime Híbrido com IBS/CBS

Escola Superior · Credenciado CFC

Simples Nacional na Reforma Regime Único x Regime Híbrido com IBS e CBS

Profª Márcia Aparecida Rodrigues — Especialista em Direito Tributário e Reforma
Profª Márcia
Aparecida Rodrigues
Especialista em
Direito Tributário
35+ anos · Reforma e Simples

A partir de 2027, os 4,7 milhões de optantes do Simples Nacional terão de escolher entre permanecer no regime único (tributação por dentro do DAS) ou migrar para o regime híbrido com IBS e CBS recolhidos separadamente. Domine os fundamentos da LC 123/06 × LC 214/2025, a nova mecânica de transferência de créditos, simulações comparativas por setor (comércio, indústria, serviços) e o impacto da decisão sobre competitividade em vendas B2B para clientes do Lucro Real.

Aula 13/05 · 9h–13h
4 horas ao vivo
CRC · 4 pontos
Acesso 30 dias
Inscreva-se — R$ 360,00
De R$ 450,00 por R$ 360,00 com 20% OFF
Em até 3x sem juros · Online ao vivo · Credenciado CFC · Cupons ALUNO e AVISTA disponíveis

Para construir uma formação completa e se posicionar como especialista na transição tributária, acesse:

Garanta sua vaga na Formação Especialista em Reforma Tributária — Early Bird R$ 2.450

Escola Superior · Programa de Formação · Credenciado CFC

Especialista em Reforma Tributária IBS, CBS, Documentos Fiscais Eletrônicos e Apuração Assistida

Equipe Técnica ESN — Márcia A. Rodrigues, Andrea Nicolini, Daniel Tavares e Josué Pereira
Equipe Técnica ESN
Márcia · Andrea
Daniel · Josué
4 professores especialistas

40 horas de capacitação técnica-prática para dominar a transição tributária de 2026 a 2033. Cinco módulos integrados sob a orientação de quatro professores especialistas: do ICMS e ISS para o IBS (Márcia), do PIS/COFINS para a CBS (Andrea), contabilização e split payment (Daniel), formação de preços e cadeia comercial (Josué) e documentos fiscais eletrônicos com CCT. Inclui exercícios guiados por setor, simulações em planilha e workshop de cadeia indústria-atacado-varejo.

Próxima turma
40 horas ao vivo
CRC · 40 pontos
Acesso 6 meses
Inscreva-se — R$ 1.960,00
De R$ 2.450,00 por R$ 1.960,00 com 20% OFF
40 horas · 5 módulos · 4 professores · Online ao vivo · Credenciado CFC com 40 pontos

Maio pode ser o mês em que a Reforma deixa de ser apenas um assunto de acompanhamento e passa a fazer parte da sua estratégia de atuação profissional.

Leia mais no Blog da Escola Superior

A Reforma Tributária se desdobra em várias frentes: Simples Nacional, documentos fiscais, formação de preço, contabilização, split payment, Lucro Real e obrigações acessórias. Para continuar estudando, selecionamos leituras complementares do Blog da Escola Superior: