A Reforma mudou a forma de emitir notas — e também a contabilidade que está por trás delas. Estrutura de plano de contas, lançamentos comentados de split payment, IS no custo e apuração mensal — em um único PDF de 10 páginas, pronto para o seu escritório usar.
PDF de 10 páginas com plano de contas estruturado, lançamentos comentados e checklist de transição.
A LC 214/2025 não muda só a nota fiscal. Muda o plano de contas, o reconhecimento de receita, a liquidação financeira e a apuração mensal. O material trata cada uma delas — sem improviso.
Substitui ICMS e ISS. Demanda contas próprias de a recuperar, a recolher e em validação pelo Comitê Gestor.
Não-cumulativoSubstitui PIS e Cofins. Lógica idêntica à do IBS, com créditos em validação e apuração mensal própria.
Tributo federalNão gera crédito amplo. Em geral, integra custo, despesa ou preço — exige conta própria e tratamento específico.
Sem crédito amploSepara o tributo no momento do recebimento. Muda fluxo de caixa, conciliação bancária e baixa do passivo tributário.
Caixa × passivoNo PDF: cada frente com plano de contas dedicado, lançamento de exemplo e callout técnico explicando a lógica do reconhecimento.
Não é uma cartilha genérica da Reforma. É um material desenhado para o profissional contábil que precisa lançar IBS, CBS, IS e split payment já no fechamento — com codificação sugerida, exemplos e checklist.
Ativo (tributos a recuperar), passivo (tributos a recolher), resultado (receitas e deduções, custos e despesas) e contas de controle. Codificação sugerida coerente com PIS, Cofins, ICMS e ISS pré-existentes.
Venda com IBS, CBS e split payment; compra com créditos em validação; operação com Imposto Seletivo no custo; apuração mensal com compensação. Cada um com débitos, créditos e observação técnica.
Como separar receita, tributo e liquidação financeira no caixa. Por que o passivo tributário é reconhecido na venda — mesmo quando a baixa só ocorre no recebimento via split.
Da revisão do plano de contas ao treinamento da equipe, passando por conciliação fiscal × contábil × REINF, simulação de lançamentos e teste do split payment. Numerado e pronto para virar tarefa.
Receita pelo bruto, split como simples baixa de banco, crédito validado vs reconhecido e IS tratado como crédito amplo. Cada erro com a respectiva solução técnica e contas envolvidas.
Por que separar contas em validação, por que dedutibilidade não é sinônimo de crédito de IBS/CBS, por que conciliar split é obrigatório. Cada decisão técnica com sua justificativa.
Todos os 4 lançamentos do material seguem o mesmo padrão: contexto, partidas dobradas e nota técnica explicando o que muda em relação ao modelo anterior.
Empresa vende mercadoria por R$ 10.000,00, com IBS de R$ 850,00 e CBS de R$ 880,00 destacados na nota. O cliente paga via meio sujeito a split payment; o sistema separa automaticamente IBS e CBS no momento da liquidação.
| 1) Reconhecimento da venda (emissão da NF-e) | R$ | |
|---|---|---|
| D | 1.1.02.01 Clientes — Contas a Receber | 11.730,00 |
| C | 3.1.01.01 Receita Bruta de Vendas | 10.000,00 |
| C | 2.1.03.01 IBS a Recolher | 850,00 |
| C | 2.1.03.02 CBS a Recolher | 880,00 |
Apuração de IBS e CBS começa em caráter informativo, sem cobrança financeira imediata. É a janela para revisar o plano de contas, simular lançamentos e testar o ERP.
Os leiautes de NF-e e NFC-e já passam a exigir campos de IBS, CBS e Imposto Seletivo. Quando a nota muda, a contabilização também muda.
Parte do passivo tributário deixa de passar pelo caixa da empresa. Sem conta espelho e conciliação dedicada, a apuração mensal perde rastreabilidade.
Quem chega em 2027 sem plano de contas, sem teste de split e sem conciliação treinada, retrabalha — em escala — no primeiro fechamento real.
"O ano de 2026 não é um ano de espera. É o ano de testar rotinas, revisar cadastros e construir a ponte segura entre o modelo atual e o novo modelo tributário."
— Plano de Contas Modelo, Escola SuperiorÉ contador(a) responsável pela apuração de empresas e quer estruturar agora o plano de contas para IBS, CBS, IS e split payment
Coordena equipe contábil ou fiscal e precisa alinhar contabilidade, apuração e ERP no mesmo padrão da Reforma Tributária
Atua em departamento fiscal interno e quer um material técnico para validar a estrutura proposta pelo escritório terceirizado
É consultor(a) tributário(a) e quer entregar aos clientes um documento de referência sobre a contabilização da Reforma
Está implantando ou parametrizando o ERP da empresa e precisa alinhar plano de contas, módulos fiscal e contábil ao novo modelo
Quer entender, na prática, como o split payment muda o fluxo de caixa, a conciliação bancária e a baixa do passivo tributário
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8 horas ao vivo voltadas à análise prática das despesas aceitas e não aceitas pelo Fisco e seus impactos no Lucro Real, e-Lalur, e-Lacs, ECD, ECF, REINF, IBS e CBS. Como diferenciar crédito de IBS/CBS de dedutibilidade no IRPJ/CSLL — sem confusão.