A Reforma Tributária não é mais horizonte — é calendário. E o PGDAS-D, ferramenta que todo escritório contábil opera no piloto automático há anos, está no centro das mudanças que a transição para o regime híbrido IBS/CBS vai impor ao Simples Nacional.
Se o seu time ainda apura Simples da mesma forma que apurava em 2024, o risco não é ficar desatualizado. É errar na guia do cliente.
Aqui estão três alterações que já exigem atenção imediata.
1. Segregação de receitas com incidência de IBS e CBS
Com a LC 214/2025, empresas do Simples Nacional passam a conviver com dois regimes dentro da mesma apuração: o regime unificado tradicional e a incidência destacada de IBS/CBS para determinadas operações.
Na prática, isso significa que o PGDAS-D vai exigir uma segregação de receitas mais granular do que a atual. Receitas sujeitas ao regime híbrido precisam ser identificadas e tratadas de forma distinta — e qualquer erro nessa separação gera recolhimento incorreto.
O escritório que não dominar essa lógica vai devolver retrabalho ao cliente ou, pior, gerar passivo tributário silencioso.
2. Reflexos no cálculo do DAS e nos anexos
A coexistência de tributos unificados (DAS) com tributos destacados (IBS/CBS) altera a forma como os anexos do Simples Nacional são aplicados. Atividades que antes se enquadravam de maneira direta em um único anexo agora podem ter tratamento fracionado, a depender da natureza da operação e do período de transição.
Isso muda a rotina do escritório: não basta aplicar o anexo correto — é preciso validar se a operação está ou não sujeita à apuração híbrida antes de consolidar o cálculo.
3. Obrigações acessórias e prazos de transição
A transição para o novo modelo não acontece de uma vez. Existem fases, prazos e obrigações acessórias específicas que o escritório precisa acompanhar para manter a conformidade dos clientes optantes pelo Simples.
Ignorar o cronograma de transição é o erro mais comum — e o mais caro. Escritórios que não mapearem essas etapas agora vão descobrir as mudanças quando o cliente já estiver em atraso.
O escritório que sair na frente não vai precisar correr depois
Essas três mudanças não são teoria. São ajustes operacionais que já afetam a rotina de apuração — e a maioria dos escritórios ainda não parou para estudar o impacto real no dia a dia.
A Escola Superior de Negócios Contábeis criou um curso específico para resolver isso:
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Artigo produzido pela Escola Superior de Negócios Contábeis — referência em formação continuada para profissionais da contabilidade.


