Na próxima segunda-feira, 25 de maio, começa a turma de 2026 da Capacitação Avançada em IFRS e Demonstrações Contábeis com o Prof. Eugênio Montoto. São 40 horas ao vivo, distribuídas em cinco encontros entre maio e julho, com 40 pontos no Programa de Educação Continuada do Conselho Federal de Contabilidade e cobertura completa das normas que regem a apresentação e a divulgação das demonstrações financeiras no Brasil — incluindo as alterações estruturais trazidas pelo IFRS 18.
Até o início da primeira aula, o investimento está com 30% de desconto — o valor de R$ 2.450 cai para R$ 1.715. Para quem já acompanha essa formação há algumas semanas, este é o momento de fechar. Para quem está conhecendo agora, este artigo concentra o que você precisa saber para decidir: o que é o IFRS 18, por que ele exige preparação imediata, o que está em cada um dos cinco encontros e como essa capacitação se posiciona em relação ao cenário contábil de 2026.
O que mudou na contabilidade societária brasileira
Quem prepara, revisa ou audita demonstrações contábeis no Brasil em 2026 está operando em um terreno que se reorganizou em dois eixos ao mesmo tempo.
Primeiro eixo: o IFRS 18. Publicada em 2024 pelo IASB, a norma substitui o IAS 1 e redesenha a estrutura da DRE. Ela introduz três categorias obrigatórias de apresentação — operacional, investimento e financiamento —, exige a divulgação de subtotais definidos (resultado operacional e resultado antes de financiamento e impostos) e cria a obrigação de divulgar medidas de desempenho específicas da administração (MPMs), as chamadas non-GAAP measures, com conciliação aos números IFRS. No Brasil, o pronunciamento equivalente está em processo de revisão pelo CPC e a expectativa é que entre em vigor para exercícios iniciados em 2027 — o que significa que as demonstrações de 2026 já precisam ser preparadas no formato comparativo.
Segundo eixo: a Reforma Tributária. A LC 214/2025 e a LC 227/2026 introduziram CBS, IBS e Imposto Seletivo, e a transição reorganizou completamente o reconhecimento de receitas (CPC 47), tributos sobre o lucro (CPC 32), instrumentos financeiros (CPC 48) e provisões (CPC 25). Não é apenas uma mudança fiscal — é uma mudança na lógica contábil de reconhecimento e mensuração que afeta diretamente como a demonstração financeira é elaborada e auditada.
A interseção desses dois eixos é exatamente o terreno técnico que a Capacitação Avançada em IFRS cobre. Não é um curso introdutório, não é uma revisão genérica de pronunciamentos. É a formação desenhada para o profissional que precisa elaborar, assinar ou revisar demonstrações financeiras complexas no cenário atual.
Por que essa janela é decisiva
Três fatores tornam esta turma específica, e não a próxima, a janela certa para entrar:
1. O comparativo de 2026 precisa ser preparado agora. Quando o IFRS 18 entrar em vigor, as demonstrações exigirão reapresentação retroativa do exercício anterior. Quem não dominar a nova estrutura ao fechar 2026 vai precisar refazer trabalho em 2027 — sob pressão de prazo e de auditoria.
2. A Reforma Tributária está reorganizando a base contábil em tempo real. O cruzamento entre CBS/IBS e IFRS aparece em quase todos os fechamentos: reconhecimento de receitas com tributos por fora, ajustes de instrumentos financeiros, provisões de contencioso tributário, tributos diferidos sobre diferenças temporárias da transição. Esses pontos foram discutidos em profundidade no artigo ECD 2026 e Split Payment e na análise do Leiaute 09 da ECD para demonstrações contábeis — e ganham, dentro da capacitação, o tratamento conceitual integrado.
3. Esta é a turma de meio de ano. O próximo ciclo só será aberto no segundo semestre. Se você precisa do certificado e dos 40 pontos no CRC para 2026 — ou se está montando o portfólio técnico para uma posição sênior agora —, esperar significa atrasar a entrega em pelo menos um trimestre.
Capacitação Avançada em IFRS Demonstrações Contábeis e IFRS 18
Montoto
PUC-SP · MBA IFRS USP
Diretor de S.A. 15 anos
Em 40 horas ao vivo distribuídas em 5 encontros entre maio e julho, domine o conjunto normativo das demonstrações contábeis sob IFRS — incluindo as alterações estruturais do IFRS 18 na DRE, CPC 47 (Receitas), CPC 48 (Instrumentos Financeiros), CPC 36 (Consolidação), CPC 27 (Imobilizado), CPC 06 (Arrendamentos), CPC 03 (DFC) e CPC 09 (DVA). Início em 25/05. Formação decisiva para responsáveis técnicos, controllers, analistas seniores e auditores que assinam ou revisam demonstrações sob IFRS.
40h ao vivo · 5 encontros · CRC 40 pontos · Gravações por 30 dias
O que o IFRS 18 muda na prática
A norma trabalha em três frentes que afetam diretamente quem prepara ou revisa demonstrações:
Estrutura da DRE em três categorias. As receitas e despesas precisam ser classificadas como operacionais, de investimento ou de financiamento. A categoria define onde cada item aparece e como o usuário externo lê o resultado da entidade. A classificação não é discricionária — segue critérios definidos pelo IFRS 18 e exige decisão técnica fundamentada, especialmente para entidades com atividades múltiplas (empresas de mercado financeiro, holdings, conglomerados).
Subtotais definidos. A norma cria duas linhas obrigatórias: o resultado operacional e o resultado antes de financiamento e impostos. Esses subtotais entram diretamente na análise de performance e na construção de indicadores de mercado — o que torna a classificação ainda mais sensível.
Medidas de desempenho da administração (MPMs). A entidade que divulga métricas próprias (EBITDA ajustado, lucro recorrente, resultado normalizado) precisa agora tratá-las como item das demonstrações: divulgar em nota explicativa, conciliar com a linha IFRS mais próxima e explicar o porquê de cada ajuste. Esse ponto se conecta diretamente com o trabalho do CPC 51 e a reformulação das notas explicativas — que também entra na capacitação.
Para o profissional contábil, dominar essa transição cedo é o que diferencia a entrega técnica de excelência da entrega corretiva sob pressão.
A grade dos 5 encontros
A capacitação é estruturada em cinco módulos de 8 horas cada, sempre das 09h às 18h. Cada encontro fecha um bloco temático completo, com revisão conceitual, análise das normas e resolução de exercícios e casos práticos.
Encontro 1 — 25 de maio
Histórico, adoção das normas IFRS e métodos de avaliação de ativos e passivos
Adoção inicial (CPC 37/IFRS 1), Estrutura Conceitual (CPC 00), Apresentação das Demonstrações Contábeis (CPC 26/IAS 1) com as principais alterações do IFRS 18, Redução ao Valor Recuperável (CPC 01/IAS 36), Provisões e Passivos Contingentes (CPC 25/IAS 37), Ajuste a Valor Presente (CPC 12) e Mensuração a Valor Justo (CPC 46/IFRS 13).
Encontro 2 — 15 de junho
Critérios de Avaliação de Ativos e Passivos e Receita de Contrato com Clientes
Instrumentos Financeiros (CPC 48/IFRS 9), Custos de Empréstimos (CPC 20/IAS 23), Custos de Transação (CPC 08/IAS 39), Subvenção e Assistência Governamentais (CPC 07/IAS 20), Receita de Contrato com Cliente (CPC 47/IFRS 15), Estoques (CPC 16/IAS 2) e Tributos sobre o Lucro (CPC 32/IAS 12) — incluindo o tratamento contábil das diferenças temporárias geradas pela transição da Reforma Tributária, tema também explorado no artigo sobre despesas dedutíveis no Lucro Real e a Reforma.
Encontro 3 — 22 de junho
Principais Grupos de Ativos e Eventos Subsequentes
Ativo Imobilizado (CPC 27/IAS 16), Arrendamentos (CPC 06/IFRS 16), Ativo Intangível (CPC 04/IAS 38), Ativo Biológico e Produto Agrícola (CPC 29/IAS 41) — aprofundado no artigo Contabilidade Agrícola e mensuração de ativos biológicos —, Propriedade para Investimento (CPC 28/IAS 40), Ativo Não Circulante Mantido para Venda (CPC 31) e Eventos Subsequentes (CPC 24/IAS 10).
Encontro 4 — 13 de julho
Normas Relacionadas a Grupos Econômicos
Investimento em Coligada e Controlada (CPC 18/IAS 28), Demonstrações Consolidadas (CPC 36/IFRS 10), Combinação de Negócios (CPC 15/IFRS 3), Negócios em Conjunto (CPC 19/IFRS 11), Divulgação de Participações (CPC 45/IFRS 12), Demonstrações Combinadas (CPC 44) e Conversão de Demonstrações em Moeda Estrangeira (CPC 02/IAS 21). É o módulo decisivo para quem atua em grupos econômicos, holdings e operações de M&A.
Encontro 5 — 27 de julho
Novas Demonstrações (DFC e DVA) e Tópicos Especiais
Demonstração dos Fluxos de Caixa (CPC 03/IAS 7), Demonstração do Valor Adicionado (CPC 09) — temas onde o artigo DFC e DVA na Prática: os erros que a auditoria não perdoa é leitura obrigatória —, Benefícios a Empregados (CPC 33/IAS 19), Partes Relacionadas (CPC 05/IAS 24), Pagamento Baseado em Ações (CPC 10/IFRS 2), Resultado por Ação (CPC 41/IAS 33) e Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erros (CPC 23/IAS 8).
Ao final dos cinco encontros, o profissional sai com cobertura completa do conjunto normativo que rege as demonstrações financeiras brasileiras alinhadas às IFRS — e com domínio prático sobre como aplicar cada norma na elaboração e revisão técnica.
Quem conduz a formação
Eugênio Montoto é Mestre em Contabilidade pela PUC-SP, MBA em Normas Internacionais IFRS pela USP, MBA em Gestão pela Sociedade de Desenvolvimento Empresarial, Contador e Engenheiro Eletrônico. Foi Diretor de Sociedades por Ações durante 15 anos — experiência que dá à capacitação uma camada que cursos puramente acadêmicos não conseguem entregar: a leitura prática do que cai sobre o contador quando ele assina uma demonstração financeira complexa.
Essa combinação — base acadêmica robusta no Comitê de Pronunciamentos Contábeis, vivência executiva longa em S.A. e didática construída ao longo de duas décadas formando contadores seniores — é o que faz desta capacitação uma referência específica para responsáveis técnicos, controllers e analistas seniores que querem dominar IFRS na profundidade exigida pelo mercado em 2026.
O posicionamento completo dessa formação no contexto da carreira contábil foi tratado em profundidade no artigo de abertura desta janela: Capacitação IFRS com Montoto — A Formação de 40h que Transforma Contadores em Especialistas em Demonstrações.
O que está incluso
- 40 horas ao vivo e interativas na plataforma da Escola Superior, com integração via chat, microfone e vídeo.
- 40 pontos no Programa de Educação Continuada do CRC, em observância à NBC TG 12 R4.
- Créditos adicionais em programas paralelos: AUD: 40, CMN: 40, SUSEP: 40, ProGP: 40, Perito: 40, PREVIC: 40, ProRT: 40.
- Gravações de todas as aulas, com acesso por 30 dias após o último encontro — para revisão de pontos específicos no ritmo do aluno.
- Canal aberto para dúvidas pós-aula, respondidas pelos professores da ESNC durante o período de acesso.
- Certificado de Participação, condicionado a 75% de frequência ao vivo (apurada automaticamente pela plataforma).
Investimento e cupom de 30%
O valor original da capacitação é R$ 2.450. Até o início da turma, está com 30% de desconto aplicado — investimento de R$ 1.715.
Há ainda dois cupons que se aplicam em situações específicas (não acumuláveis com a promoção principal):
- Cupom ALUNO — 5% adicional para quem foi aluno da Escola Superior em 2024 ou 2025 (sujeito a verificação de autenticidade).
- Cupom AVISTA — 5% adicional para pagamento via PIX ou boleto.
Para garantir o desconto de 30%, a inscrição precisa ser concluída antes da primeira aula, segunda-feira (25/05). Após o início, o valor retorna ao cheio.
Importante: a confirmação do treinamento ocorre em até 48h antes do início. Em caso de quórum insuficiente, os alunos são notificados por e-mail sobre a nova agenda — sem prejuízo da inscrição.
Para fechar
Se você assina demonstrações sob IFRS, se está construindo o portfólio técnico para o próximo passo de carreira ou se precisa do certificado e dos 40 pontos no CRC ainda em 2026 — esta é a janela. Cinco encontros com um dos nomes mais sólidos em contabilidade societária do Brasil, cobertura completa das normas que importam e o desconto que torna o ticket acessível em relação ao retorno técnico que ele entrega.
A partir de segunda-feira, o valor sobe e o calendário avança. Garanta sua vaga agora.
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Leia mais no blog da Escola Superior
- Capacitação IFRS com Montoto: A Formação de 40h que Transforma Contadores em Especialistas em Demonstrações — o artigo de abertura desta turma, com o panorama completo da formação.
- ECD e Demonstrações Contábeis em 2026: o que o Leiaute 09 exige de quem prepara DFC, DVA e DMPL — leitura essencial para quem opera na ponta da escrituração digital de demonstrações.
- DFC e DVA na Prática: Os Erros Mais Comuns na Elaboração das Demonstrações que a Auditoria Não Perdoa — complemento direto ao Encontro 5 da capacitação.
- CPC 51 na Prática: Como Montar as Notas Explicativas no Novo Formato Antes de 2027 — preparação para o novo padrão de divulgação que se conecta ao IFRS 18.
- Contabilidade Agrícola na Prática: Como Aplicar NBC 29 e 06 na Mensuração de Ativos Biológicos — aprofundamento do tratamento de ativos biológicos visto no Encontro 3.
- ECD 2026 e Split Payment: Como Entregar a Escrituração Digital com Segurança em Meio à Reforma Tributária — o cruzamento entre Reforma Tributária e escrituração contábil.
- ECF 2026: As Principais Novidades do Leiaute 12 e os Pontos que Mais Geram Retificação — atualização das obrigações contábil-fiscais paralelas à elaboração das demonstrações.


